Atuação / Esgoto
O tratamento de esgoto tem como objetivo acelerar o processo de purificação da água antes de ser devolvida ao meio ambiente ou reutilizada. A origem desse efluente se dá através da rede de esgoto sanitário proveniente de residências, comércios e indústrias.
O tratamento do esgoto é feito em Estações de Tratamento de Esgoto (ETE). Esses locais conseguem, através de processos químicos e biológicos de decomposição, impostos pelo padrão de saúde da Resolução CONAMA nº 357/2005, tratar o esgoto para que ele possa ser liberado na natureza sem causar riscos ao meio ambiente e a saúde humana.

Nem todas as áreas da cidade possuem rede coletora e tratamento para seus efluentes. Os bairros atendidos são: Centro, São Luís e Parque das Avenidas. Com expansão já em andamento para os bairros Januária, Nova Brasília e São José. A rede coletora direcionada a estação de tratamento possui aproximadamente 48 Km, com 773 pontos de visitas e 19 estações elevatórias de recalque.
Tratamento
O esgoto sanitário é bombeado das elevatórias até a estação de tratamento, onde passa por quatro etapas:

- Tratamento primário

Antes de ir para o tanque de reação, o esgoto doméstico passa pela peneira estática para remover os sólidos grosseiros. Esse procedimento facilita o transporte dos efluentes e evita que grandes sólidos danifiquem o equipamento das próximas fases. O sistema ainda conta com um desarenador (caixa de areia) para remover os materiais inorgânicos mais densos e inertes que não necessitam de tratamento.

- Tratamento secundário

Após o tratamento primário, inicia-se o tratamento biológico pelo processo de lodos ativados. A ETE utiliza uma variação do lodo ativado conhecida como reatores sequenciais por batelada – RSB. Os RSBs trabalham em etapas específicas, cada uma com sua função durante o tratamento. Os reatores da ETE utilizam quatro etapas por ciclo de tratamento, sendo elas o enchimento, aeração, decantação/sedimentação e descarga.
- Tratamento terciário
Após o despejo do efluente tratado, o efluente passa por um dosador de hipoclorito de sódio para desinfecção e é conduzido à um lago de polimento antes de ser lançado no Rio da Lage. As vazões de saída do tanque são de aproximadamente 27 m³/h. O lago de polimento possui dois chafarizes paralelos entre si na extensão do tanque, que servem para dar um polimento ao efluente tratado e também como bioindicador para avaliar a toxicidade do mesmo.

- Iodo
O lodo gerado nos tanques é sugado por bombas e enviado para os tanques de mineralização. O lodo é removido duas vezes ao mês, mantendo sempre uma idade de lodo no tanque de no mínimo 15 dias.
O tratamento de esgoto tem como objetivo acelerar o processo de purificação da água antes de ser devolvida ao meio ambiente ou reutilizada. A origem desse efluente se dá através da rede de esgoto sanitário proveniente de residências, comércios e indústrias.
O tratamento do esgoto é feito em Estações de Tratamento de Esgoto (ETE). Esses locais conseguem, através de processos químicos e biológicos de decomposição, impostos pelo padrão de saúde da Resolução CONAMA nº 357/2005, tratar o esgoto para que ele possa ser liberado na natureza sem causar riscos ao meio ambiente e a saúde humana.

Nem todas as áreas da cidade possuem rede coletora e tratamento para seus efluentes. Os bairros atendidos são: Centro, São Luís e Parque das Avenidas. Com expansão já em andamento para os bairros Januária, Nova Brasília e São José. A rede coletora direcionada a estação de tratamento possui aproximadamente 48 Km, com 773 pontos de visitas e 19 estações elevatórias de recalque.
Tratamento
O esgoto sanitário é bombeado das elevatórias até a estação de tratamento, onde passa por quatro etapas:

- Tratamento primário

Antes de ir para o tanque de reação, o esgoto doméstico passa pela peneira estática para remover os sólidos grosseiros. Esse procedimento facilita o transporte dos efluentes e evita que grandes sólidos danifiquem o equipamento das próximas fases. O sistema ainda conta com um desarenador (caixa de areia) para remover os materiais inorgânicos mais densos e inertes que não necessitam de tratamento.

- Tratamento secundário

Após o tratamento primário, inicia-se o tratamento biológico pelo processo de lodos ativados. A ETE utiliza uma variação do lodo ativado conhecida como reatores sequenciais por batelada – RSB. Os RSBs trabalham em etapas específicas, cada uma com sua função durante o tratamento. Os reatores da ETE utilizam quatro etapas por ciclo de tratamento, sendo elas o enchimento, aeração, decantação/sedimentação e descarga.
- Tratamento terciário
Após o despejo do efluente tratado, o efluente passa por um dosador de hipoclorito de sódio para desinfecção e é conduzido à um lago de polimento antes de ser lançado no Rio da Lage. As vazões de saída do tanque são de aproximadamente 27 m³/h. O lago de polimento possui dois chafarizes paralelos entre si na extensão do tanque, que servem para dar um polimento ao efluente tratado e também como bioindicador para avaliar a toxicidade do mesmo.

- Iodo
O lodo gerado nos tanques é sugado por bombas e enviado para os tanques de mineralização. O lodo é removido duas vezes ao mês, mantendo sempre uma idade de lodo no tanque de no mínimo 15 dias.